Começo o post com um singelo apelo: Alguém me conta como que é Amor em 4 Atos? Queria muito ver, mas sempre durmo antes, no começo ou durante. Não sou boa em assitir coisas que tem montes de comerciais no meio, me dá agonia.
Grata, Ina.
Agora, ao que interessa (ou não). Vou contar o final de V de vingança, que eu revi ontem. Se eu revi, certamente é porque é muito bom e de brinde não é chato que nem Dogville. E esse ainda passa o tempo todo nas HBO da vida e é facin de achar na internet, gerals já deve ter visto. Mas claro que sempre há a opção de se achar meu gosto cinematográfico duvidoso, vão em frente e fodam-se. Té agora a pouco esse blog era secretíssimo justamente por eu ser muito sensível a criticas e carente de atenção galera, compreendam.
Falei bastante coisa idiota e nada do filme, ó Deus. É um filme pra quem curte filmes de revolução, mas não o suficiente pra querer ver o filme sobre a vida do Che Guevara. Eu por exemplo, que só vi Diários de motocicleta, e aliás nem lembro de um terço da história.
Mas todo mundo que pergunta, eu digo que adoro. Descobriram que era mentira, hein.
Ó, já comecei de novo de putaria... Enfim, o filme fala de vingança (como era de se esperar, já que o nome é V de vingança ¬¬). Fala de um homem que resolve fazer justiça com as próprias mãos (e com um trem e com muitos explosivos e com golpes ninja e com uma fantasia legal).
Ele é o único sobrevivente de um experimento que o governo fez e cuja verdadeira história não foi divulgada publicamente. Ele mata os envolvidos e no fim explode o parlamento, num ato simbólico. Mas quem aciona a alavanca é a Nathalie Portman (mais linda do mundo mesmo quando tá careca *-*), por que ele morre um pouco antes da hora marcada pro grande fim, logo após contar que era apaixonado por ela (mas té eu).
kk
Foda pra caralho. Contei muito porcamente, mas não vou contar de novo, to com preguiça. Beijo e tchau.
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